P5 · Esteira Dedicada · Triagem Robótica
Organização âncora · Co-dev
TSA + Action Labs
Apoio técnico · Maré
Pipeline Banco Mundial · 2026
Triagem Robótica para Economia Circular Inclusiva

TSA · Triagem
Robótica

TSA qualifica plataforma robótica modular para cooperativas. Pipeline pronto para CapEx de escala.

A TSA é a organização âncora e proprietária da plataforma robótica modular de triagem automatizada para cooperativas de catadores, com Protocolo de Inclusão Produtiva contratualmente obrigatório. Action Labs integra como co-desenvolvedora técnica com IP compartilhado. Salto de recuperação de 50% para 80% por linha e aumento de renda real de catadoras e catadores. A Maré atua como apoio técnico de project preparation. O recurso multilateral atua como capital catalítico: financia a AT que qualifica a tecnologia, a modelagem financeira e o baseline de inclusão produtiva, funcionando como de-risking para o CapEx de escala em 10 a 30 cooperativas brasileiras.

15 mil
Cooperativas no Brasil
50→80%
Recuperação por linha
~400 mil
Catadoras e catadores formalizados
/01 · Problema
O Brasil tem rede de catadores. Falta tecnologia que aumente a renda real e a tonelagem recuperada.
Triagem manual em galpões cooperativos com baixa produtividade, condições insalubres e renda persistentemente baixa apesar de cumprir função sistêmica essencial.

O Brasil tem cerca de 15 mil cooperativas e associações de catadores formalmente cadastradas, com aproximadamente 400 mil catadoras e catadores que processam manualmente o material reciclável recuperado da coleta seletiva municipal. A operação atual recupera cerca de 50% do material útil que chega ao galpão, com o restante sendo direcionado a rejeito por limitações de velocidade, fadiga e capacidade técnica de identificação. A renda média mensal por catadora é persistentemente baixa, mesmo cumprindo função sistêmica essencial.

A automatização industrial pesada (linhas de visão computacional e robôs delta de alta velocidade) existe no exterior, mas o CapEx por linha (R$ 8M a R$ 15M) torna inviável a aquisição por cooperativas. Soluções importadas, além disso, raramente são desenhadas para inclusão produtiva. A TSA desenvolveu uma plataforma robótica modular com CapEx significativamente menor, modular, e arquitetura preparada para operação cooperativa, com Protocolo de Inclusão Produtiva incorporado no contrato de uso.

O gargalo de project preparation

Tecnologia desenvolvida, mercado validado, demanda institucional crescente (TAC do MP, metas municipais, ESG corporativo). Falta o pacote pré-bancável que conecta a tecnologia ao desembolso multilateral, com governança de inclusão produtiva, baseline de impacto auditável e estrutura financeira que case CapEx de equipamento, capital de giro cooperativo e formação de equipes.

A solução tecnológica existe. A demanda existe. Falta a engenharia financeira e o protocolo institucional que torne a operação escalável em cooperativas brasileiras.

/02 · Oportunidade e Solução
Plataforma robótica modular com inclusão produtiva contratual
Esteira dedicada com co-desenvolvimento Action Labs e Protocolo de Inclusão Produtiva como cláusula obrigatória.
50%
80%
Salto de recuperação por linha automatizada
A plataforma TSA eleva a taxa de recuperação de material útil de 50% (operação manual) para 80% (operação assistida por visão computacional e robótica modular), com cooperativa operando o sistema e mantendo o emprego direto, agora em funções de alta produtividade.
Cláusula contratual obrigatória
Protocolo de Inclusão Produtiva
O contrato de uso da plataforma TSA prevê o Protocolo de Inclusão Produtiva (PIP) como cláusula obrigatória: a cooperativa anfitriã se compromete a manter o quadro de catadoras e catadores ativos, com reposicionamento em funções de operação, manutenção, controle de qualidade e gestão de dados. A solução não substitui a catadora, ela amplia a produtividade e a renda real da catadora. O PIP é auditado anualmente por terceiro independente, conectado ao mecanismo de queixas previsto em ESS10.
/03 · Fases do projeto
Esteira dedicada em 5 meses
/01 Fase
Estruturação e seleção
Comitê técnico, seleção da cooperativa piloto, matriz ESF, baseline operacional manual auditado, especificação técnica conjunta TSA-Action Labs.
2 meses
/02 Fase
Implantação e baseline pós
Implantação da plataforma robótica modular na cooperativa, formação de equipe cooperativa, primeiros 30 dias de operação assistida, baseline operacional pós-implantação.
2 meses
/03 Fase
Capital
Validação de salto 50→80%, evidências de aumento de renda real, dossiê de pré-appraisal multilateral, term sheet para escala (10 a 30 cooperativas brasileiras).
1 mês
/04 · Produto e entregáveis
O que sai pronto no fim do projeto
Uma cooperativa operando com plataforma robótica e pacote auditável de pré-appraisal multilateral para escala.
Entregável 01
Cooperativa piloto operacional
Uma cooperativa selecionada operando a plataforma robótica modular TSA com PIP em vigor, monitoramento contínuo e auditoria externa contratada pela Maré.
Documento 01
Baseline operacional auditado
Comparativo antes/depois: tonelagem recuperada, taxa de recuperação, headcount, renda média, condições ocupacionais, auditado por terceiro independente.
Documento 02
Plano de Compromisso ESF
Plano de Compromisso Ambiental e Social, classificação preliminar de risco por ESS, com foco em ESS2 e ESS10. Mecanismo de queixas integrado ao PIP.
Documento 03
Baseline tCO2e e métricas IRIS+
Inventário GHG Protocol pré e pós-implantação. tCO2e evitado por tonelada recuperada adicional, projeção para escala (10 a 30 cooperativas).
Documento 04
Modelo financeiro completo
DCF, sensibilidades, mapa de capital sequencial para escala, estrutura de blended finance com first-loss e garantia para risco cooperativo.
Documento 05
Dossiê de pré-appraisal
Pacote completo para diálogo com IFC, IBRD, GEF e fundos especializados em inclusão produtiva. Term sheet, plano de implementação, governança, SEP, PIP detalhado.
/05 · Impactos e beneficiados
Métricas quantificadas, públicos identificados
Indicadores em padrão IRIS+ e GHG Protocol, com baseline e meta auditáveis. Foco em inclusão produtiva e descarbonização da cadeia de reciclagem.
Aumento de recuperação
+30 p.p.
Salto da taxa de recuperação de material útil de 50% para 80% por linha automatizada na cooperativa piloto, com efeito direto sobre tonelagem útil mensal.
Descarbonização
~600 tCO2e/ano
Emissões evitadas pela cooperativa piloto via redução de envio a aterro e substituição de virgens por reciclados, com fator GHG Protocol.
Renda real
+40% a +60%
Aumento estimado de renda real por catadora ao fim do projeto, mantido o headcount pelo PIP e ampliada a tonelagem útil processada.
Pipeline destravado
10-30 coops
Pacote pré-estruturado para escala de implantação em 10 a 30 cooperativas brasileiras na próxima rodada de captação multilateral.
Público beneficiado direto
Catadoras e catadores da cooperativa piloto, com manutenção contratual de emprego e aumento de renda real. Cooperativa enquanto organização produtiva, com salto de produtividade e governança técnica.
Público beneficiado indireto
Municípios via cumprimento de metas de PNRS e PERS estaduais, indústria recicladora via aumento de matéria-prima qualificada, mercado de carbono via geração potencial de créditos, ecossistema cooperativista nacional como referência replicável.
/06 · ODS alinhados
Agenda 2030
Quatro ODS centrais ao projeto, com indicadores rastreáveis.
8
Trabalho Decente e Crescimento
Indicador 8.5.1: aumento de renda real e formalização de catadoras via PIP.
10
Redução das Desigualdades
Tecnologia desenhada para inclusão produtiva, com cláusula contratual obrigatória.
12
Consumo e Produção Responsáveis
Indicador 12.5.1: aumento da taxa de reciclagem por cooperativa atendida.
13
Ação Climática
tCO2e evitado mensurado por cooperativa, em padrão GHG Protocol.
/07 · ESG e salvaguardas Banco Mundial
Classificação preliminar de risco ESF
Pré-mapeamento dos 10 padrões ESS do Environmental and Social Framework.

Classificação preliminar de risco do projeto: moderado, com foco crítico em ESS2 e ESS10 devido à natureza do beneficiário (cooperativa) e à exigência de manutenção de emprego pelo Protocolo de Inclusão Produtiva. Plano de mitigação detalhado e auditoria externa do PIP.

ESS 1 · Moderado
Avaliação e gestão de riscos socioambientais
Matriz de riscos elaborada na Fase 1, com foco em risco de substituição de mão de obra. PCAS modelo definido. Auditoria externa do PIP contratada.
ESS 2 · Substancial
Mão de obra e condições de trabalho
Crítico ao projeto. Protocolo de Inclusão Produtiva como cláusula contratual obrigatória, com manutenção de headcount e reposicionamento em funções de operação e qualidade.
ESS 3 · Moderado
Eficiência de recursos, prevenção da poluição
Aumento de recuperação de materiais úteis e redução de envio a aterro. Quantificação detalhada de tCO2e evitado por tonelada adicional recuperada.
ESS 4 · Baixo
Saúde e segurança comunitárias
Aplicável a comunidades no entorno do galpão cooperativo. Plano de segurança operacional e treinamento adequado à plataforma robótica.
ESS 5 · Baixo
Aquisição de terras e reassentamento
Não aplicável. Plataforma instalada em galpão cooperativo existente, sem necessidade de aquisição.
ESS 6 · Baixo
Conservação da biodiversidade
Não material à operação em galpão cooperativo. Verificação documental incluída no PCAS.
ESS 7 · Não aplicável
Povos indígenas e comunidades tradicionais
Cooperativa-piloto em perímetro urbano. Verificação cartográfica incluída.
ESS 8 · Não aplicável
Patrimônio cultural
Não material à operação. Verificação documental incluída no PCAS.
ESS 9 · A definir
Intermediários financeiros
Aplicável caso o desembolso ocorra via BNDES Economia Verde ou BRDE. Política de gerenciamento de risco do intermediário requerida.
ESS 10 · Substancial
Engajamento de partes interessadas
Crítico ao projeto. SEP construído com a cooperativa, MNCR (movimento nacional) e poder público local. Mecanismo de queixas integrado ao Protocolo de Inclusão Produtiva.
/08 · Arranjo institucional
Quem faz o quê
Beneficiária, corpo técnico e co-desenvolvedora técnica em arranjo triangular.
Organização âncora · Protagonista do projeto
TSA
Empresa de tecnologia para gestão de resíduos, proprietária da plataforma robótica modular para cooperativas
Executa o projeto: TSA detém o IP da plataforma e responde pela implantação, comissionamento, formação inicial da equipe cooperativa, suporte técnico contínuo e atualização da plataforma ao longo da operação.
Arquitetura modular para cooperativas: hardware modular, visão computacional adaptada à composição brasileira de RSU reciclável e Protocolo de Inclusão Produtiva incorporado contratualmente.
Articulação com cooperativa piloto e MNCR: seleção da cooperativa anfitriã via critérios técnicos e de governança, articulação com o Movimento Nacional dos Catadores e poder público municipal.
Pipeline de CapEx: TSA lidera a captação subsequente de CapEx de escala para implantação em 10 a 30 cooperativas brasileiras na próxima rodada multilateral.
Co-desenvolvedora técnica · IP compartilhado
Action Labs
Co-desenvolvedora técnica da plataforma robótica modular, com IP compartilhado com a TSA
Co-engenharia da plataforma: Action Labs aporta capacidade técnica complementar em visão computacional, integração de hardware modular e sistemas embarcados, com IP compartilhado documentado em contrato.
Iteração contínua: arquitetura modular preparada para atualizações de software e adaptações a diferentes composições de RSU regional ao longo da escala futura.
Apoio técnico de project preparation
Maré
Project Preparation Facility com metodologia proprietária Esteira de Bancabilidade
Aporta a Esteira de Bancabilidade Dedicada: 5 meses sob aplicação 1:1, modelagem financeira, matriz ESF, baseline GHG, baseline de inclusão produtiva e dossiê de pré-appraisal multilateral.
Auditoria externa do PIP: contrata e supervisiona a auditoria externa do Protocolo de Inclusão Produtiva, garantindo evidência neutra para investidores multilaterais com mandato em inclusão social.
Articula capital subsequente: conexão com IFC, IBRD, GEF, BRDE, BNDES Economia Verde e fundos especializados em inclusão produtiva e economia circular.
/09 · Investimento
R$ 368 mil 5 meses · Project preparation
Recursos de Project Preparation, separados do CapEx da plataforma
O orçamento de R$ 368 mil financia exclusivamente a Esteira de Bancabilidade da Maré em 5 meses sob aplicação 1:1. O CapEx da plataforma robótica para a cooperativa piloto, bem como o CapEx de escala para 10 a 30 cooperativas, são objeto de captação subsequente via blended finance, com pacote pronto para diálogo com IFC, IBRD, GEF, BNDES Economia Verde e fundos especializados em inclusão produtiva.
Metodologia
Esteira Dedicada
3 fases em 5 meses sob aplicação 1:1. Cada fase gera entregáveis auditáveis em padrão multilateral, com foco em PIP e baseline de impacto.
EstruturaçãoImplantaçãoCapital
Equipe
Time sênior dedicado
Especialistas em blended finance, ESG, salvaguardas socioambientais, inclusão produtiva e economia circular. Interlocução com TSA, Action Labs, cooperativa e MNCR.
Blended FinanceESFInclusãoPIP
Entregáveis
5 pacotes documentais
Baseline operacional auditado, PCAS, baseline tCO2e, modelo financeiro completo, dossiê de pré-appraisal multilateral, mais cooperativa piloto operacional.
PCASSEPPIP auditadoPré-appraisal
Vamos conversar.
P5 disponível para diálogo com Banco Mundial, IFC, GEF, BNDES Economia Verde e fundos de inclusão produtiva. Esteira dedicada TSA com Protocolo de Inclusão Produtiva contratualmente obrigatório, salto 50→80% e CapEx de escala pré-estruturado.
Solicitar dossiê P5
Sergio Coelho
sergio@somosmare.com
(11) 9 7189-5447
Silvia Elmor
silvia@somosmare.com
(41) 9 8808-0704
www.somosmare.com